A teoria e a composição musical requerem uma forma de abstração do pensamento e
de contemplação muito semelhante ao pensamento matemático puro. A Música faz
uso de linguagens simbólicas com notações elaboradas e diagramas que,
freqüentemente, são muito semelhantes aos gráficos de funções discretas
representadas em eixos cartesianos de duas dimensões - o eixo das abscissas
representa o tempo e o eixo das ordenadas representa a altura tonal. Músicos
teóricos usaram diagramas semelhantes aos cartesianos muitos antes destes terem
sido introduzidos na geometria. As pautas musicais do séc. XII apresentavam-se
numa variedade de formas bastante análogas aos diversos tipos de diagramas
utilizados em Matemática. Além das linguagens abstratas e notações utilizadas,
noções matemáticas como simetria, periodicidade, proporção, discriminação,
continuidade e sucessão, entre outras, estão presentes na Música, enquanto que
conceitos como intervalo, ritmo, tempo, entre outros, são freqüentemente
traduzidos por números.
Se por um lado se constata que a linguagem matemática e as idéias
matemáticas contribuem para dar forma aos conceitos e linguagens da teoria
musical [1], por outro lado, se observa também que
questões e problemas que surgiram na teoria musical ao longo dos tempos, muitas
vezes desencadearam fortes motivações para a investigação na área da Matemática
(e Física). É consensual também que músicos teóricos usaram noções, que se
consideram, matemáticas de forma intuitiva, antes de tais noções estarem
tratadas sob o ponto de vista matemático.
A relação entre Matemática e Música é uma relação ancestral e terá começado
com Pitágoras, quando este descobriu as proporções relacionadas com os
intervalos de oitava, os intervalos de quinta e os intervalos de quarta. Para
os Gregos esta relação era tão óbvia, que as escolas de Pitágoras, Platão e
Aristóteles consideravam a Música como uma parte integrante da Matemática, que
em conjunto com a Aritmética, Geometria e a Astronomia formavam o quadrivium
– as “quatro vias”, divisão da Matemática em quatro secções, formato geralmente
presente em qualquer tratado matemático, no início da nossa era, que
posteriormente foi adotado como pré-requisito para o estudo da Filosofia, que
perdurou até ao fim da idade média. Com o Renascimento, a teoria musical
tornou-se uma área independente, mas as ligações foram mantidas e até se
tornaram mais óbvias. A Matemática mostrou-se indispensável para o evoluir da
Música em vários aspectos: na construção de sistemas musicais que determinam os
sons que ouvimos, na fundamentação teórica de processos de análise e composição
musical, nos aspectos que estão relacionados com a Acústica, e mais recentemente,
na música digital e na síntese de som, entre outros.
Neste trabalho serão abordados apenas alguns aspectos que evidenciam a forma
como Música e Matemática se relacionam.
MENSAGEM
DAÁGUA
Conferência
Internacional do pesquisador japonês dr. Masaru Emoto explica como palavras e
sentimentos podem influenciar as moléculas da água.
O renomado pesquisador
dr. Masaru Emoto disse antes de apresentar sua palestra Água é vida, sem ela,
torna-se impossível qualquer tipo de existência. Poluí-la é crime de
lesa-humanidade.
Nascido na cidade de
Yokohama, província de Kanagawa, Emoto tornou-se famoso mundialmente por sua
visão e criatividade no estudo sobre a água. Ele aprimorou o conhecimento sobre
o microcristal da água no trabalho dele como terapeuta e concluiu que o líquido
carrega informações. Os resultados de pesquisas mostraram, ainda, que a música
a palavra, o pensamento e a oração influenciam a estrutura molecular da água.
RESULTADOS:
Os estudos do dr.
Emoto revela que a água substância maleável por excelência assimila
facilmente as vibrações e as energias do ambiente, seja poluído, seja mais
puro. E não é apenas o aspecto físico da água que muda, mas também a estrutura
molecular.
O pesquisador
utilizou-se de técnicas fotográficas para documentar visualmente as mudanças na
estrutura das moléculas. Depois de congelar gotas de água, ele as examinou com
um microscópio de campo escuro, capaz de fazer registro fotográfico. O
resultado é a diversidade da estrutura molecular da água e do efeito do
ambiente nela.
Segundo ele, as
energias vibracionais humanas, o pensamento, a palavra e a música, por exemplo,
afetam as moléculas de água. Aliás ela tanto constitui cerca de 70% do corpo de
uma pessoa adulta quanto cobre na mesma proporção o planeta Terra. A qualidade
e a integridade da água são vitais a toda forma de vida no globo. Então, se o
corpo humano se constitui de trilhões de câmaras chamadas células que contém
líquido, a qualidade de vida está intrinsecamente associada à qualidade da
água.
Livros lançador pelo
dr. Emoto: Mensagem da Água e do Universo e As Mensagens da Água.
Texto: retirado da
revista Boa Vontade n.227/LBV
Grupo de Estudos e Pesquisas
Sons
e Cores
A utilização do som e das cores
constitui uma das mais fascinantes áreas de estudos da biopsicoenergética
(ciência interdisciplinar estruturada por Livio Vidardi, físico, engenheiro
eletrônico, músico e pesquisador).
As culturas antigas conheciam muito
bem os tais processos de interação das energias humanas com as energias sonoras
e cromáticas. Hoje, graças aos processos da eletrônica e de outras ciências
tecnológicas, esses fenômenos já são estudados e comprovados em laboratório.
O organismo humano pode ser
considerado, estruturalmente, como um conjunto de partes ou elementos mecânicos
ressonantes. A condição de ressonância ou de máxima vibração é dada por cada
órgão ou parte do corpo de acordo com sua forma específica, tamanho e
constituição, ou seja, conforme sua morfologia e histologia. Éfenômeno físico facilmente comprovavel que,
por meio da aplicação de um estímulo adequado e da freqüência concordante,
pode-se obter a ressonância singular de um órgão. Pela aplicação de estímulos
sucessivos ou contemporâneos pode-se, com o mesmo critério, estabelecer no modo
que interesse e na ordem que convenha a ressonância de distintas partes. Tal
ressonância será obtida sempre na base dos devidos elementos estimulantes,
operantes com oportuna intensidade, freqüência, fase ou seqüência. Disso tudo
pode-se concluir que o corpo humano é, sinteticamente, um possível acorde ou
complexo sonoro.
Estabelecido esse conceito, toda
disfunção ou alteração orgânica – seja qual for a sua etiologia – comporta
conseqüentemente uma alteração na condição de ressonância do órgão (ou dos
órgãos) ou zonas respectivas. Tal alteração, segundo o que foi exposto, é
factível de ser considerada.
Sob outro ponto de vista, a análise
das partes de um organismo dado permite deduzir uma tônica fundamental,
emergente da agrupação de ressonâncias a freqüências idênticasou harmônicas. Este conceito permite esclarecer
de forma científica e objetiva o princípio pelo qual se associa o ser humano –
e por extensão todo organismo vivo – ao som. Associação que foi geralmente
expressada em termos místicos pela cultura do Oriente, e de forma mais ou menos
empírica pelos tratadistas do Ocidente.
Correlações
entre sons, cores e os chacras
Previamente, e como detalhe
importante, esclarecer-se que dentro do éter verificam-se diferentes graus de
intensidade, isto é, densidades relativas, como em qualquer outro estado da
matéria.
No que diz respeito ao corpo etérico
humano, ele é composto por quatro camadas de distinta densidade. Porém, mesmo a
mais densa dentre essas camadas é mais sutil do que o éter pelo qual se
propagam as variedades energéticas de luz, calor e radioondas.